O que se fala nos bastidores e gabinetes políticos, mas que não se ouve em outras colunas por aí.
Por Jayme José Benitez
PUXA, ENCOLHE Com a regressiva da eleição ligada, o QG de Alan Rick se vira nos 30 pra encontrar um vice. No páreo: Ana Paula (ex-Cameli), Fernanda Hassem (ex-prefeita de Brasiléia) e Rico Leite (empresário).
PENSANDO BEM Por exclusão, os conselheiros preferem Fernanda Hassem. Justificam que Ana Paula traz a Ptolomeu para a chapa e Rico Leite reforça a percepção de uma candidatura elitizada, sem cheiro de povão.
O PROBLEMA Porém, a equação não é tão simples. Emerson Jarude não abre mão de ter o NOVO representado na chapa com a amada. E Rico seria um aceno estratégico para captar a $impatia do empresariado.
3 EM 1
Por outro lado, Fernanda só traz o nome. Não é mais prefeita e, portanto, não tem máquina. Há quem diga que, se tivesse voto, seria candidata a deputada. Enfim, são 3 candidatos para apenas 1 vaga.
CABEÇA
Mas no QG de Alan Rick há quem diga que esse é o menor dos problemas. Difícil mesmo vai ser hospedar Sérgio Petecão como um dos candidatos oficiais da coligação.
URGENTE
Petecão seria um presente caído dos céus para Alan Rick porque traria a estrutura que Alan Rick não tem e de quebra o robusto fundo eleitoral do PSD e tempo de tv e rádio para tornar a candidatura altamente competitiva.
MAS…
Todo contrato tem letras miúdas. O problema é que ao abarcar Petecão, Alan Rick vai ter que dar espaço no palanque para Ronaldo Caiado ficando assim impedido de colar sua imagem com Flávio Bolsonaro.
EQUAÇÃO
Bolsonaro dá voto, Caiado não. Além disso, abraçar Caiado é liberar Flávio Bolsonaro para subir apenas no palanque de Mailza, um pesadelo para quem vê a adversária subir a cada pesquisa.
PASSADO
E o passado de Petecão também conta. Afinal, o senador 100% popular fez parte da base do governo Lula. Como explicar ao eleitor conservador de direita que Alan Rick está abraçado agora com quem deu suporte a Lula? Alguém explica?

maio 15, 2026/
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