O que se fala nos bastidores e gabinetes políticos, mas que não se ouve em outras colunas por aí.
Por Jayme José Benitez
ELEIÇÃO A PARTE – Leitores atentos provocam a coluna a falar sobre a disputa para o Senado Federal. O editor pede desculpas e como o cliente tem sempre razão, vai dedicar todo o espaço de hoje exclusivamente a esse assunto.
VESTIBULAR – Serão duas vagas para até aqui 8 candidatos. Já não fosse uma missão complicada, na disputa tem um ex-governador bem avaliado, dois senadores lutando pela manutenção no cargo e um ex-tudo carregado de mágoa e força política.
DÓI – Gladson continua candidatíssimo. Quem achava que barrar sua candidatura em Brasília seria como ir ali buscar um refrigerante, se deu mal. Disputar (e perder) voto no confronto direto é dolorido pra quem hoje só tem o ego.
SAÍDA DE EMERGÊNCIA – Por isso, não se surpreenda se, temendo mais um novo vexame, um certo figurão for “chamado” compor um ministério de última hora. Isso já é discutido abertamente nas bandas da esquerda.
PEDRAS VÃO ROLAR – Abre o olho, Mara Rocha! Precisando desesperadamente de tempo de tv e estrutura pra sua campanha, o QG de campanha de Alan Rick negocia com Petecão o status e apoio de candidato preferencial ao Senado.
SIMPATIA – A jogada é vista a distância com simpatia por Marcio Bittar. Afinal, Mara disputa diretamente com ele a preferência dos eleitores mais radicais do bolsonarismo. Pra quem tá no rio, jacaré é toco.
POLE POSITION – Gladson lidera no 1o voto e coloca quase o dobro de intenções sobre o 2º colocado. E ainda tem ‘analista’ que tenta colar o fenômeno apenas a sua popularidade. Nenhum calor de tapinha nas costas dura 7 anos consecutivos no poder.
TEM OBRA SIM – O que os ‘analistas’ não veem é que Gladson deixa obras importantes como os hospitais do Juruá e o Into em funcionamento, a nova maternidade, as pontes de Xapuri e Sena, o viaduto da Ceará, a duplicação da AC 405…
TEM GENTE TAMBÉM …e outras obras estruturantes. Mas, além disso, Gladson deixa a marca de um governo social com a luta contra a COVID, o Prato Extra nas escolas, os mutirões de consultas e cirurgias, os concursos públicos e mais.
CASCA DE BANANA – Por tudo isso, faltou calmante pra muito candidato que ainda sonhava com o ex-governador fora da disputa. Mas o sonho de alguns vai se tornando pesadelo de uma longa noite que só termina em outubro.

maio 15, 2026/
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